<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8656794</id><updated>2011-07-26T08:58:01.496-03:00</updated><title type='text'>Polyphonic Mind</title><subtitle type='html'>Postei durante quase três anos no meu antigo blog, o Souvenirs. Vim pro blogspot e, como já havia um endereço de mesmo nome, aceitei a sugestão de um amigo: Polyphonic Mind, uma alusão à banda Polyphonic Spree.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://polyphonicmind.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8656794/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://polyphonicmind.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Tânia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17972096825236477397</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>17</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8656794.post-113553074763530821</id><published>2005-12-25T14:17:00.000-02:00</published><updated>2005-12-25T15:12:30.033-02:00</updated><title type='text'>Sobre o que fica para trás</title><content type='html'>Sempre que começo a pensar nas perdas e nos ganhos de 2005, reuno as coisas boas que aconteceram, tentando me convencer de que foi um ano bom. Ao mesmo tempo, faço um dossiê das coisas ruins e tento enxergar o quão ruim foi. Difícil somar, multiplicar, dividir e subtrair quando se trata da minha vida, ou quando se trata de qualquer vida. &lt;br /&gt; O saldo foi positivo porque tem nome: aprendizado. Entrei em crises, dúvidas e revoltas em relação ao mundo, às pessoas, à mediocridade, a mim mesma. Foi um ano no qual, sem saber para onde ir, peguei velhos paradigmas, tabus e conceitos, joguei-os pela janela e praticamente me "zerei". Foi aí que passei a prezar ainda mais a diversidade, a diferença. Não tinha certeza de onde eu estava e nem pra onde queria ir, mas de uma coisa tive certeza: não quero estar onde todo mundo está, não quero fazer o que todo mundo faz, não quero continuar encafifada numa sala de pré-vestibular cheia de gente medíocre. Não quero adquirir valores estúpidos. Desde quando tinha meus 15 anos, minha frase preferida era essa, da Alanis: "I want to decide between survival and bliss". E após quase 4 anos, precisei ter uma revolta-adolescente (tardia, eu sei) para descobrir que o que eu quero é "bliss". &lt;br /&gt; 2005 não foi um ano nada comum. No meio dessa miscelânea de opções, obrigações e pressões, literalmente surtei e resolvi fazer o que nunca havia feito. Tendo que estudar pro vestibular, joguei livros de física e química pro alto e fui estudar francês e contra-baixo. Perdi a conta das vezes em que perdi aula por causa de alguma viagem, de algum show, de amigos. Perdi a conta das vezes em que levei algum livro na bolsa pra ler durante aulas de matemática, física, química. Perdi a conta das vezes em que me senti angustiada sentada no sofá com minha irmã, vendo aquela menina de 15 anos olhando, quase hipnotizada, a novela América. Algo que nos anos anteriores apenas me fazia rir da cara dela, esse ano me causou amargura e angústia. Tantas coisas fizeram com que eu me sentisse assim... Gente trabalhando 10 horas por dia, gente traindo, gente se acomodando. &lt;br /&gt; Esse ano foi aquele ano em que eu mais pensei: "e o meu futuro?". Esse ano foi um ano no qual cada hora eu queria algo, ao mesmo tempo querendo nada, simultaneamente querendo tudo de uma vez. E mesmo querendo nada, e mesmo querendo tanto, não gritei minha revolta para o mundo como muita gente faria. Guardei comigo mesma, com folhas amassadas e com meu travesseiro, muitas vezes molhado. Uma crise estancada, um nó na garganta.&lt;br /&gt; Fui em shows inesquecíveis e (re)conheci pessoas que se tornaram importantes. Tive momentos realmente mágicos, mágicos até por muitas vezes serem simples. Quer coisa mais mágica do que gravar videos idiotas com a irmã? Quer coisa mais mágica do que brincar de "Dois a rodar" com o amigo no show do Ludov? Quer coisa mais mágica do que brincar de guerra de almofadas ou passear num carrinho de supermercado com os amigos? Há algo mais mágico do que seu primeiro show da Wonkavision? Tantos momentos assim... Não esqueço das vezes em que eu e o Daniel saíamos imitando a Ruth Lemos na rua e das vezes em que o Thiago vinha pra cá e não tínhamos absolutamente nada pra fazer. Naquela época ele ainda vinha pra cá, ainda tinha tempo.&lt;br /&gt; Ao mesmo tempo em que pessoas entravam na minha vida, outras sem querer iam embora, coisa que minha principal companhia - a misantropia - nunca conseguiu evitar. Acontece todos os anos, mas parece que em 2005 isso me deixou com a consciência inquieta, pesada. Ainda assim, acabo deixando escapar sorrisos quando penso em pessoas que, pelas coincidências da vida, hoje são tão queridas. &lt;br /&gt; Uma das melhores coisas é olhar pra 2004 e pensar: "como eu cresci!", "como eu era estúpida...", "que piazinha de merda eu fui!". E sei que, em 2006, vou olhar para trás e pensar coisas parecidas da Tânia de 2005, mas é isso que vale, crescer o suficiente para ter sabedoria sem ser amarga e exageradamente pé-no-chão. A adulta com tamanho de criança, aquela que conhece os pesos do mundo e brinca de campeonato de bolas de chiclete. Aquela que aos 18 anos ainda não sabe andar de bicicleta, mas ainda há de aprender. Aquela que quer conhecer todas as línguas, lugares, comidas, músicas e culturas do mundo e ter o seu refúgio num só lugar: os braços daquele alguém. Sim, porque essa menina ainda acredita nas pessoas, no mundo, e é claro: no amor.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8656794-113553074763530821?l=polyphonicmind.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://polyphonicmind.blogspot.com/feeds/113553074763530821/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8656794&amp;postID=113553074763530821' title='18 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8656794/posts/default/113553074763530821'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8656794/posts/default/113553074763530821'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://polyphonicmind.blogspot.com/2005/12/sobre-o-que-fica-para-trs.html' title='Sobre o que fica para trás'/><author><name>Tânia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17972096825236477397</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>18</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8656794.post-113494516072792771</id><published>2005-12-18T20:20:00.000-02:00</published><updated>2005-12-18T20:57:13.853-02:00</updated><title type='text'>Have you seen it all?</title><content type='html'>Alguém me explica por que ninguém se surpreende mais? Ninguém pasma, ninguém surta, ninguém se emociona e nem se empolga. &lt;b&gt; &lt;/b&gt; &lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Ou será que o problema é comigo? Lembro quando arrumei meu primeiro "namoradinho" há alguns anos atrás. Contei pra todo mundo que estava namorando, mal sabia que seria um namorinho de três semanas. Ou então quando eu fui ver The Beatles Songs, no meu aniversário de 18 anos... Eu era a única que realmente pulava, cantava e quase chorava. Ou quando, em 2001, achei um ex-coleguinha de escola no ICQ; eu dizendo: "meeeeu! não acredito que te acheeei!", e ele no maior desânimo, como se achar um colega que estudou contigo desde o pré fosse a coisa mais comum. &lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Será que as pessoas vivem a vida numa espécie de &lt;em&gt;"I've seen it all&lt;/em&gt;&lt;em&gt;"&lt;/em&gt;, como se estivessem vegetando? Sim, porque durante uma fase não muito boa da minha vida, tive a terrível experiência de me identificar com tal letra: &lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"I've seen what I was&lt;br /&gt;And I know what I'll be&lt;br /&gt;I've seen it all&lt;br /&gt;There is no more to see&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;I've seen what I was&lt;br /&gt;And I know what I'll be&lt;br /&gt;I've seen it all&lt;br /&gt;There is no more to see&lt;br /&gt;You've seen it all&lt;br /&gt;And all you have seen&lt;br /&gt;You can always review on&lt;br /&gt;Your own little screen&lt;br /&gt;The light and the dark&lt;br /&gt;The big and the small&lt;br /&gt;Just keep in mind&lt;br /&gt;You need no more at all&lt;br /&gt;You've seen what you were&lt;br /&gt;And know what you'll be&lt;br /&gt;You've seen it all&lt;br /&gt;There is no more to see"&lt;/em&gt; &lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho estranho como as pessoas vivem assim. Ou então acho estranho como eu me surpreendo com tudo, assim como no filme "Irmão Sol, Irmã Lua", em que Francisco de Assis se surpreende até com um passarinho cantando. Eu fico deslumbrada com coincidências bobas, com gente nova, lugares novos. E me sinto boba e infantil por isso, ao mesmo tempo que sinto como se as pessoas estivessem num estado "confortably numb", vacinadas, apáticas... acostumadas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8656794-113494516072792771?l=polyphonicmind.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://polyphonicmind.blogspot.com/feeds/113494516072792771/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8656794&amp;postID=113494516072792771' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8656794/posts/default/113494516072792771'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8656794/posts/default/113494516072792771'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://polyphonicmind.blogspot.com/2005/12/have-you-seen-it-all.html' title='Have you seen it all?'/><author><name>Tânia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17972096825236477397</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8656794.post-113117412350181617</id><published>2005-11-05T04:54:00.000-02:00</published><updated>2005-12-18T20:38:45.523-02:00</updated><title type='text'>Anacronismo</title><content type='html'>É como se eu acordasse no fim do dia e dormisse alguns minutos depois. Não sei medir tempo (o que é o tempo?), não sei sentir esses delgados grãos de areia escapando pelas minhas mãos num ato breve e trágico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Perdi a noção dos ponteiros do relógio fazendo aquele barulhinho angustiante, como uma bomba pronta a explodir, avisando que o meu tempo acabou. Que eu não engoli as apostilas, não ganhei dinheiro, não aconteci, não sei andar de bicicleta, não senti dor no maxilar como deveria, fui muito íntima da misantropia. Não ouvi minhas caixas de som e não dei bola pro meu violão clamando pelos meus braços no cantinho do quarto. Não mereço, portanto, que o relógio pare dizendo: mais uma chance. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        O relógio continua me avisando. As caixas de som fazem o que podem. E eu me deito, esperando essa maldita sensação inebriante sair do meu tórax e deixar esse quarto. Amanhã pode ser &lt;em&gt;mais um &lt;/em&gt;dia, mas não deixa de ser &lt;em&gt;outro&lt;/em&gt; dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Quando eu tiver setenta anos &lt;br /&gt;então vai acabar esta adolescência &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou largar da vida louca &lt;br /&gt;e terminar minha livre docência &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou fazer o que meu pai quer &lt;br /&gt;começar a vida com passo perfeito &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou fazer o que minha mãe deseja &lt;br /&gt;aproveitar as oportunidades &lt;br /&gt;de virar um pilar da sociedade &lt;br /&gt;e terminar meu curso de direito &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então ver tudo em sã consciência &lt;br /&gt;quando acabar esta adolescência&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                    &lt;strong&gt;Leminski&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8656794-113117412350181617?l=polyphonicmind.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://polyphonicmind.blogspot.com/feeds/113117412350181617/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8656794&amp;postID=113117412350181617' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8656794/posts/default/113117412350181617'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8656794/posts/default/113117412350181617'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://polyphonicmind.blogspot.com/2005/11/anacronismo.html' title='Anacronismo'/><author><name>Tânia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17972096825236477397</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8656794.post-112752435241491947</id><published>2005-09-23T21:21:00.000-03:00</published><updated>2005-09-26T17:36:54.543-03:00</updated><title type='text'>E então</title><content type='html'>Demorei um pouco mais do que o combinado, mas foi por uma causa nobre: precisava ajustar os links ali do lado. Com o tempo, vou colocando mais. Reuni links de algumas das minhas bandas preferidas, blogs, sites... Dêem uma olhada, acho que vão gostar. &lt;br /&gt;Descobri que parei de postar porque ando muito subjetiva ultimamente. E cá entre nós, não é muito legal ficar lendo sobre a introspecção alheia (eu realmente gosto, mas sei que nem todo mundo aprecia isso). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;"And so it seems, only in dreams"&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faltam poucas horas pro show do Weezer. Poucas horas pra eu me descabelar toda aqui. Sorte que eu tenho amigos legais que vão me ligar, me consolar e tudo mais. Drama queen? Não, imagine! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ji Lee, guarde esse nome&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ji Lee é um rapaz coreano que veio morar no Brasil ainda garotinho. Estudou em São Paulo, no Colégio Bandeirantes, e em 1997 casou-se com a artista Clarina Bezzola (da Suiça). Hoje, ele vive em NY com sua esposa e seus projetos. Inventou dois alfabetos diferentes a partir do nosso alfabeto ocidental. Criou o projeto &lt;em&gt;Speech-Bubble&lt;/em&gt;, que consiste basicamente em colar adesivos no formato de balão de histórias em quadrinhos nos cartazes publicitários dentro de cabines públicas, ônibus e vagões de metrô. O resultado você confere no &lt;a href="http://www.pleaseenjoy.com"&gt; pleaseenjoy.com&lt;/a&gt;. Um dos alfabetos supracitados está no &lt;a href="http://www.universrevolved.com"&gt; universrevolved.com &lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;É bem por aí...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Só isso que eu ia fazer o dia todo. Ia ser só o apanhador no campo de centeio e tudo. Sei que é maluquice, mas é a única coisa que eu queria fazer." (Meu anti-herói preferido, Holden Caulfield, em O apanhador no campo de centeio)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8656794-112752435241491947?l=polyphonicmind.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://polyphonicmind.blogspot.com/feeds/112752435241491947/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8656794&amp;postID=112752435241491947' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8656794/posts/default/112752435241491947'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8656794/posts/default/112752435241491947'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://polyphonicmind.blogspot.com/2005/09/e-ento.html' title='E então'/><author><name>Tânia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17972096825236477397</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8656794.post-112672726366512720</id><published>2005-09-14T16:45:00.000-03:00</published><updated>2005-09-14T16:47:43.673-03:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Tava aqui imaginando o que postar, quando de repente lembrei de coisas interessantes: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Eu só queria que a Tani me explicasse porque ela mantém a propagandinha do blog dela na assinatura do email, se o blog dela é sazonal: atualizado uma vez no verão, outra na primavera, outra no inverno e depois só no outono..." &lt;/em&gt;(Fábio)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"É mesmo fábio...&lt;br /&gt;A Tani não atualiza! Tsc..tsc...&lt;br /&gt;Tadinha, acho que ela tá cansada de ler a gente falando isso, mas é que os amigos querem ver ela escrevendo...&lt;br /&gt;Moscas e teias de aranha, saiam do blog da tani, já!" &lt;/em&gt;(Carlos, concordando com o Fábio)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Sim, a Tani tem que atualizar o blog!&lt;br /&gt;Pô, a guria escreve tri bem!" &lt;/em&gt;(Sim, eu poderia ter colado só a primeira frase, mas eu precisava me dar esse gostinho. O comentário é da Tati).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Tani, tudo legal? Como vai a vida aí em Ubatuba? Tirando muitas fotos? Sem tempo pra atualizar aquilo que convencionou-se chamar de Blog da Tani?" &lt;/em&gt;(Fábio, de novo)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Aliás, a Tani ainda lembra que tem um blog?" &lt;/em&gt;(mais uma vez, o Fábio)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"- Tânia, vá atualizar o blog. Mas tem que ser agora. Vai, Érika, me ajuda aí. Faz dois meses que você não atualiza e ainda faz propaganda na lista! Tsc, tsc!&lt;br /&gt;- Sim, sim, dona Tânia!&lt;br /&gt;É muito feio não atualizar o blog, viu?&lt;br /&gt;- É isso mesmo! É horrível!&lt;br /&gt;- Muito, muito feio!&lt;br /&gt;- Tsc, tsc...&lt;br /&gt;Q vergonha, Tani... &lt;br /&gt;- Muito vergonhoso! Isso não se faz com os outros!&lt;br /&gt; ...&lt;br /&gt;- É, Tani! Vá postar agora! Que vergonha!" &lt;/em&gt;(Thiago, Fábio e Érika, durante nossos papos nos e-mails turminha)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ok, ninguém precisa gastar neurônios pensando num comentário decente (afinal eu não gastei os meus com um post decente), basta comentar algo (monossilábico que seja, só pra eu saber se alguém leu). Ainda essa semana eu volto!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8656794-112672726366512720?l=polyphonicmind.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://polyphonicmind.blogspot.com/feeds/112672726366512720/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8656794&amp;postID=112672726366512720' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8656794/posts/default/112672726366512720'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8656794/posts/default/112672726366512720'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://polyphonicmind.blogspot.com/2005/09/tava-aqui-imaginando-o-que-postar.html' title=''/><author><name>Tânia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17972096825236477397</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8656794.post-111966311083583683</id><published>2005-06-24T22:29:00.000-03:00</published><updated>2005-06-24T22:46:58.240-03:00</updated><title type='text'>Coisas de mãe</title><content type='html'>- Mãe, posso sair com o &lt;a href="http://www.aboutmindless.blogspot.com"&gt;Thiago&lt;/a&gt;?&lt;br /&gt;- Não, você tem aula amanhã.&lt;br /&gt;- Mas mãe, eu não demoro. Só uma horinha, vai...&lt;br /&gt;- Você acabou de chegar com o Thiago e vão sair de novo?&lt;br /&gt;- Mãe, é rápido, eu juro.&lt;br /&gt;- Não.&lt;br /&gt;- Então tá, né... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;10 minutos depois:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ô mãe, você não me deixou sair com o Thiago, mas sabe que eu vou ficar no computador até tarde de qualquer jeito...&lt;br /&gt;- Mas acontece que não é não.&lt;br /&gt;- Então tá, né... Fazer o quê. &lt;br /&gt;- ...&lt;br /&gt;- Ai, mãe, você tinha que ver o filhinho da Cris!&lt;br /&gt;- Ah, é?&lt;br /&gt;- É. Não tem bebê mais lindo que ele!&lt;br /&gt;- Tem sim, claro que tem. É porque não viu você e a Thaissa quando eram bebês!&lt;br /&gt;- Pfff...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Numa conversa de rotina:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;"&lt;/strong&gt;Mas até que eu sou boa no trânsito, viu. Só derrubei dois ciclistas até hoje, machuquei o cotovelo do pai da sua colega uma vez, atropelei algumas guias...&lt;strong&gt;"&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7025/596/1600/paperclip05.gif"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7025/596/320/paperclip05.gif" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;em&gt;&lt;a href="http://www.aboutmindless.blogspot.com"&gt;Ele&lt;/a&gt; cobrava atualizações quase todos os dias. &lt;a href="http://www.aniveldemyself.blogspot.com"&gt;Ele&lt;/a&gt; já tava achando que eu esqueci que tinha um blog. E &lt;a href="http://www.howcoolisthat.blogspot.com"&gt;ela&lt;/a&gt; cobrou post novo em seu blog. Tá bom, gente, não vou mais enrolar com atualizações, até porque hiato criativo não é motivo pra deixar isso aqui abandonado. ;)&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8656794-111966311083583683?l=polyphonicmind.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://polyphonicmind.blogspot.com/feeds/111966311083583683/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8656794&amp;postID=111966311083583683' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8656794/posts/default/111966311083583683'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8656794/posts/default/111966311083583683'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://polyphonicmind.blogspot.com/2005/06/coisas-de-me.html' title='Coisas de mãe'/><author><name>Tânia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17972096825236477397</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8656794.post-111137320119050289</id><published>2005-03-20T23:10:00.000-03:00</published><updated>2005-09-26T23:28:13.236-03:00</updated><title type='text'>A lenda</title><content type='html'>Harrisson e Alex nas guitarras, Superbob na bateria, Márcio no baixo. São esses quatro integrantes que fazem com que, ao ouvir &lt;em&gt;Namorada de Aluguel&lt;/em&gt;, o indivíduo sinta vontade de deitar numa rede de praia e esquecer o resto do mundo. Mas eles também fazem com que o ouvinte, do nada, queira que &lt;em&gt;Te Pego Lá Fora&lt;/em&gt; vire trilha de filme, enquanto &lt;em&gt;Na Morada dos Covardes &lt;/em&gt;daria um ótimo clipe, cheio de guitarras, pisos quadriculados, festinhas à beira mar, pessoas bebendo seus drinques.&lt;br /&gt;Uma pitada de Beatles, uma colherzinha de Beach Boys, meia xícara de cinema, duas de praia. Acrescente idiossincrasias a gosto, sem deixar de lado os ingredientes principais: sons harmoniosos, originalidade, elementos sincronizados. Uma receita que só esses quatro músicos de Brasília - a capital tão longe desse cenário litorâneo - conseguem fazer dar certo e virar uma lenda. Uma lenda viciante chamada Superstereosurf.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Minirresenha encomendada pelo Alex Maraskin, guitarrista. Pra quem quiser ouvir o som da banda: &lt;a href="http://www.tramavirtual.com.br/superstereosurf"&gt;www.tramavirtual.com.br/superstereosurf&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8656794-111137320119050289?l=polyphonicmind.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://polyphonicmind.blogspot.com/feeds/111137320119050289/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8656794&amp;postID=111137320119050289' title='19 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8656794/posts/default/111137320119050289'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8656794/posts/default/111137320119050289'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://polyphonicmind.blogspot.com/2005/03/lenda.html' title='A lenda'/><author><name>Tânia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17972096825236477397</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>19</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8656794.post-110831346437541679</id><published>2005-02-13T14:50:00.000-02:00</published><updated>2005-02-13T14:53:05.200-02:00</updated><title type='text'>Tão bom...</title><content type='html'>Já achei que a melhor coisa era se sentir capaz. Já achei que a melhor coisa era se sentir amado, completo, alegre, satisfeito.&lt;br /&gt;Ontem, após sentir o vento bater no meu rosto e nos meu braços pela janela do ônibus, vi que a melhor coisa é se sentir livre. E que ninguém vai se sentir inteiramente capaz, amado, completo, alegre e satisfeito sem antes ser livre. A liberdade tem um gosto muito bom, deixa a gente respirar em paz. Aliás, não só respirar: Pensar, falar, gesticular, rir, dançar, cantar, enfim. &lt;br /&gt;Falo de liberdade, não libertinagem. Falo de esquecer conceitos sem nexo, não de 'drogas, sexo e rock'n'roll'. Mas, já que estou falando de se sentir livre, consideremos a liberdade de interpretação.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8656794-110831346437541679?l=polyphonicmind.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://polyphonicmind.blogspot.com/feeds/110831346437541679/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8656794&amp;postID=110831346437541679' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8656794/posts/default/110831346437541679'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8656794/posts/default/110831346437541679'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://polyphonicmind.blogspot.com/2005/02/to-bom.html' title='Tão bom...'/><author><name>Tânia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17972096825236477397</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8656794.post-110771839754893094</id><published>2005-02-06T17:01:00.000-02:00</published><updated>2005-02-06T17:58:45.943-02:00</updated><title type='text'>Dezoito</title><content type='html'>&lt;img src="http://img208.exs.cx/img208/8315/img00479cu.th.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há exatos 18 anos atrás, no Sanatório de São Paulo (sim, eu nasci num sanatório porque não havia mais espaço na maternidade. E sem piadinhas!), estava nascendo essa menina que vos escreve. Nascendo à força, pois cheguei fora da hora e vim ao mundo desmaiada (e roxa por falta de oxigênio). Às vezes, brincam que era preguiça, que eu fingia estar desmaiada pra não nascer tão cedo. Não duvido muito, afinal, desde "Tânia projeto" eu era preguiçosa e muito, muito esperta.&lt;br /&gt;Terminado o drama do "socorro-ela-tá-desmaiada", eu comecei a crise de choro ("eu cheguei, atrasada mas cheguei! Notaram minha presença?"), e então puderam perceber que aquele bebê nasceu mais careca que os outros, mas em compensação, as unhas compridas já foram fabricadas na barriga. É claro que mamãe e papai, super babões, choraram junto com o bebê (não é exagero: Meu pai fez tratamento durante 5 anos para eu poder chegar), e a cada choro que eu tinha, me levavam ao médico.&lt;br /&gt;No exame do pezinho, disseram que eu ficava chutando e não deixava o médico dar a agulhada. Esse medo de agulhas sobreviveu até os 15 anos, quando eu grudei no braço da minha amiga na hora de furar a orelha.&lt;br /&gt;Já contei aqui que eu falei aos 4 meses, né? Mas eu vou me dar ao luxo de me gabar de novo: Eu falei aos 4 meses! É... E pra andar? Acharam que eu não ia andar, de tanto que eu demorei. E ainda prefiro falar a andar.&lt;br /&gt;Falava mesmo. Minha mãe diz que eu falava com as cortinas. E eu lembro daquelas cortinas até hoje. E eu dava vida aos seres inanimados: Falava com a pia, com as paredes, com a TV, com tudo o que me deixassem perto.&lt;br /&gt;Com uns 2 anos, peguei um ovo da cozinha, levei pra sala e espatifei no chão. Minha mãe chegou e eu tinha certeza que ela ia brigar comigo. Eu tinha que inventar uma desculpa. Er... "Mãe, o ovo é mal educado, olha! 'Gupiu' no chão!". E ela não ficou brava. Foi aí que eu aprendi a usar "desculpas-bonitinhas-que-mãe-não-resiste".&lt;br /&gt;Aos 3 anos, brincava com joaninhas. Mas eu era uma menina cruel e má! Cortava as asinhas das pobrezinhas para que não voassem. E ainda reclamava que a asinha não era mais vermelha e de bolinhas pretas.&lt;br /&gt;Eu tinha uma melhor amiga. Era a 'Nunu', que morava na casa ao lado. Quando ela ficava doente, não podia brincar comigo, e eu sempre preferia brincar só com ela. Teve um dia que eu fui na casa dela encher o saco do &lt;a href="http://www.submidian.com.br"&gt;irmão dela &lt;/a&gt;pra ele brincar comigo. Não era de boneca, era de bola mesmo, qualquer coisa. Ele não quis, eu insisti, ele não quis, eu insisti, ele não quis, eu... Peguei o capacete (que era dele) e joguei na cabeça dele! Ele foi revidar e a mãe dele não deixou. Voltei pra casa e fiquei assistindo desenho. O engraçado é que ele não lembra dessa história, e olha que ele já devia ter uns 7 anos.&lt;br /&gt;Ah, sim, eu fazia observações muito interessantes quando nova. Minha mãe tinha um (ou dois, não lembro) passarinhos numa gaiola. Analisando as proporções &lt;em&gt;frango X ser humano&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;passarinho X gato&lt;/em&gt;, soltei essa: "Passarinho é frango de gato!". E ficou para a história.&lt;br /&gt;Já na pré-escola, tínhamos a tia Theresa, que dava "aulas" de inglês. Só sei que eu chegava em casa falando "gúdi éfternún", "rai", "rélô", "gúdi naiti", "uán, tchu, trí, for, faive, six, seven, eiti, náini, ten".&lt;br /&gt;O legal de morar numa casa do lado de outra é que você acaba ganhando presentes em datas não-comemorativas. Uma vez, a menina do outro lado jogou uma boneca no meu jardim. Ela andava, era divertido. Minha mãe foi devolver e ela não quis. Então virou a minha boneca.&lt;br /&gt;Ah, acabei de lembrar do Jonattan (putz, não sei como se escreve esse nome), um alemãozinho que morava na casa da frente . A gente discutia:&lt;br /&gt;- Quer parar de jogar papel aqui? Minha mãe disse que não vota nesse homem porque ele é ladrão...&lt;br /&gt;- Ladrão... Ladrão... Eu ganhei de 'tal pessoa' e jogo na sua casa, na da 'ciclana', de quem eu quiser!&lt;br /&gt;- Eu vou contar pro meu pai... Paaaaai!&lt;br /&gt;- Conta! *mexe os ombros e sai correndo*&lt;br /&gt;Até que era legal. A gente fazia as pazes e um ia brincar na casa um do outro. Mas ele era a segunda opção, ou seja, só quando a Nunu não podia. E o irmão dela... Bom, ele já estava fora de cogitação.&lt;br /&gt;E os anos foram passando, eu cresci (na medida do possível, geneticamente falando), hoje tenho uma mentalidade que oscila entre 10 e 30 anos, crio uma lagosta, tenho amigos preciosos (que nem sempre se lembram de mim, mas mesmo assim continuam hospedados nesse miocárdio que sofre da Síndrome da Válvula Frouxa, quase assintomática), tenho uma vira-latas, uma irmã, primos espalhados pelo mundo (Itajubá, Japão, São Paulo, Campos, lugares que nem sei mais), uma amiga que guardo há 12 anos, e o principal: Lembranças. Lembranças de mil lugares e pessoas que já passaram pela minha vida. A professora da 1ª série, uma colega que falava "cai na raial", um colega que chorava em comemorações como Páscoa, uma fantasia de bruxa que usei em 1997, um autógrafo de 1996 do escritor Marcos Bagno, um anjinho protetor que meu pai ganhou em seu batizado e agora é meu, uma nota de um dollar que é "pra dar sorte" (antes que perguntem: não, não acredito), um "cavalinho de vidro" que um amigo ganhou na sua formatura e me deu, uma estrelinha de plástico com um adesivo da Hello Kitty.&lt;br /&gt;E é agora que minha vida vai ter um antes e depois. Afinal, hoje eu me torno uma adulta, responsável pelos atos e cheia de obrigações. Cheia de planos, dilemas, sonhos, como sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A diferença? Agora é realizar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#999900;"&gt;Obs.: A foto foi tirada hoje, em frente à igreja matriz. A Wolks resolveu prestar homenagem pra mim.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8656794-110771839754893094?l=polyphonicmind.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://polyphonicmind.blogspot.com/feeds/110771839754893094/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8656794&amp;postID=110771839754893094' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8656794/posts/default/110771839754893094'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8656794/posts/default/110771839754893094'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://polyphonicmind.blogspot.com/2005/02/dezoito.html' title='Dezoito'/><author><name>Tânia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17972096825236477397</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8656794.post-110713718035841860</id><published>2005-01-31T01:03:00.000-02:00</published><updated>2005-01-31T00:14:00.350-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;color:#333300;"&gt;Um post só de ítens - já que eu não estou com paciência para escrever um texto decente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#336666;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; Eu sou uma má amiga. A Livia estará embarcando para os EUA daqui onze minutos, pediu para que eu fosse visitá-la e eu não fui só por causa de um resfriadinho idiota.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#336666;"&gt;&lt;strong&gt;-&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; Lembram do dicionário Oxford que eu peguei na biblioteca e não devolvi? Pois é. Minha irmã pegou "Corações Partidos" e também não devolveu. E amanhã vamos lá enfrentar a bibliotecária (desejem-nos sorte).&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#336666;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Já que o assunto é livros: Eu tenho mania de reler quando não tenho algo novo para ler, e me deu a maior vontade de ler de novo "O Clube dos Corações Solitários". Mas a Livia emprestou para a Mari. E a Livia só volta daqui um mês. E eu não faço idéia de quando vou ver a Mari.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#336666;"&gt;&lt;strong&gt;- &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;Mil dilemas. É claro que eu não deixei de ser aquela velha aspirante ao jornalismo, mas o problema é o lugar. E, por enquanto, só uma coisa pode colocar minha indecisão quase implacável nos eixos: fa-mí-lia.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#336666;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;-&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; Pelo menos, tenho certeza de algo: Eu quero muito ir nos shows dos dias 18 e 19 de fevereiro da Wonka/Wonka e Ludov em São Paulo. Só não sei como, mas eu vou. Nem que seja de bicicleta.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#336666;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; Na sexta, antes de ontem, eu fiquei doente por ter andado na chuva com o Daniel. E lá estava eu, naquele ócio, assistindo Chaves. Era justo um episódio em que ele cortava o cabelo da Chiquinha... E não, Tânia, você pensando é um perigo! Tive a maravilhosa idéia de pegar uma tesoura, me trancar no banheiro e picotar minha franja. E não é que ficou legal e todo mundo tá perguntando aonde eu cortei?&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#336666;"&gt;&lt;strong&gt;-&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; Na mesma sexta, foi a vernissage da minha mãe, no Espaço Cultural Aureliano Chaves. E foi mais do que legal. Não é todo dia que a gente pode subir no andar de cima e fuçar nos arquivos antigos da antiga administração da prefeitura. Não é todo dia que a gente pode sentar na escada do lado de fora com a irmã e ficar fazendo analogias estúpidas (inclusive, ela me fez parar pra pensar numa coisa: prédios, à noite, parecem controles remotos! Considere que as janelas são os botões). E por fim: não é todo dia que a gente pode ouvir sotaque gaúcho e pasmar, fazendo observações do tipo: "nossa, ele fala tu!".&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#336666;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;-&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; No sábado, acordei às nove da manhã. Fiquei um pouco acordada e voltei a dormir. Acordei de novo, voltei a dormir. Acordei, fui no churrasco, voltei (na chuva, de novo, e como se não bastasse a minha gripe, ainda paramos pra tomar sorvete), cheguei em casa... E adivinha? Sim, dormi de novo. Resfriado é sempre muito chato.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#336666;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;-&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; Cenas da semana: Eu e o Daniel correndo na chuva, eu em mais um dia ocioso inventando um novo esporte (sim, arremesso de chinelo!), eu cortando a minha franja sozinha, eu chamando o cachorro de "sem terra", enquanto o nome dele é "sem teto". Alguém já viu um cachorro ser "sem terra"?&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#336666;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;-&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; É... Eu não faço sentido. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8656794-110713718035841860?l=polyphonicmind.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://polyphonicmind.blogspot.com/feeds/110713718035841860/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8656794&amp;postID=110713718035841860' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8656794/posts/default/110713718035841860'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8656794/posts/default/110713718035841860'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://polyphonicmind.blogspot.com/2005/01/um-post-s-de-tens-j-que-eu-no-estou_31.html' title=''/><author><name>Tânia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17972096825236477397</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8656794.post-110600929927626785</id><published>2005-01-17T22:39:00.000-02:00</published><updated>2005-01-17T22:52:36.113-02:00</updated><title type='text'>Eu mereço uma irmã dessas?</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;- Tânia, você vai levar essa calça na mala?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;- Vou sim...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;- Ah...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;- Por que?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;- Porque eu ia pedir emprestada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;- Ah, sem problemas. Lá em São Lourenço a gente reveza.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;- Oba!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;- Você usa minha calça e eu o seu all-star...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;- Ah, Tânia, você conhece minha lei.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;- Poxa, obrigada!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;- Mas você sabe que coisas novas eu não empresto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;- Então tá... &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Tempo depois:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;- Vamos fazer alguma coisa em São Lourenço?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;- E você acha que eu vou lá pra quê?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;- Não, alguma coisa tipo zuar, sabe?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;- Tipo "aventuras de Tânia e Thaissa"?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;- Não, de Thaissa e Tânia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;- Mas sempre foi Tânia e Thaissa!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;- Mas todo mundo fala Thaissa e Tânia...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;- Claro que não, o Tânia sempre veio antes!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;- Tá bom, eu deixo, a sonoridade fica melhor assim.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;E assim as pessoas aprendem a ceder. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Mas, mesmo assim, eu mereço?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8656794-110600929927626785?l=polyphonicmind.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://polyphonicmind.blogspot.com/feeds/110600929927626785/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8656794&amp;postID=110600929927626785' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8656794/posts/default/110600929927626785'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8656794/posts/default/110600929927626785'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://polyphonicmind.blogspot.com/2005/01/eu-mereo-uma-irm-dessas.html' title='Eu mereço uma irmã dessas?'/><author><name>Tânia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17972096825236477397</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8656794.post-110586050877884972</id><published>2005-01-16T05:22:00.000-02:00</published><updated>2005-01-16T05:31:25.036-02:00</updated><title type='text'>Insônia involuntária</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Quero dormir, mas não consigo mais. Não, não é insônia. Foram tantas tentativas frustradas de dormir, que agora nem contar carneirinhos me dá sono. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Eu estava decidida a ir pra cama, quando o msn decidiu parar a música que eu estava mandando pro meu amigo. Lá fui eu, comecei de novo, e o msn com seus caprichos. Terceira vez. Ufa, consegui! &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Pensei que pudesse ir pra cama tranqüila, quando outro amigo pede pra eu comentar o tópico dele na comunidade "Teoria da Conspiração", no orkut. Enquanto isso, aquele mesmo amigo da música pede mais uma. Pequeno detalhe: As músicas eram do &lt;a href="http://www.aniveldemyself.blogspot.com"&gt;Fábio&lt;/a&gt;, por isso ele gostou e pediu mais (bem nota-se que eu não sou paga-pau).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Deixei meu testamento no tópico do meu amigo, consegui mandar a música pro outro, quando este me pede pra postar no fotolog dele, porque ele tinha que dormir. É, eu também tinha que dormir, mas fui lá e postei pra ele. Depois de mil caprichos, só que dessa vez do fotolog, consegui postar e finalmente fui escovar meus dentes e literalmente me joguei na cama.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Estava tudo perfeito. Meus dois travesseiros estavam macios como nunca e eu já estava cochilando, quando ouço alguém gritar meu nome. Será que eu já tô num sono tão pesado pra ouvir me chamarem essa hora da madrugada? Não, eu não estava sonhando. Tinha alguém me chamando. Gritando, cada vez mais alto. Mais alguns segundos de berros e toques quilométricos no interfone. "&lt;em&gt;Que raiva, quem será o infeliz, inferno?"&lt;/em&gt;. Faz silêncio. Agora sim, vou poder pregar os olhos e... Ploft! &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Peraí... Eu, quando tinha meus 14 anos, sempre sonhava com aquelas historinhas de contos de fadas em que o príncipe joga pedrinhas na janela da princesa à noite, para acordá-la. Mas eu não tenho mais 14 anos. E o "príncipe" está jogando pedaços de &lt;strong&gt;tijolo&lt;/strong&gt;, não pedrinhas! &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Novamente, começam a gritar meu nome. Em coro. São dois príncipes, então. E até que não são burros: agora, enquanto um grita, o outro toca o interfone. Se tivesse mais alguém, dava pra ficar jogando os tijolos na minha janela, seria perfeito. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Que legal. A Sookie não pára de latir, o tal indivíduo também não pára de latir, o outro não pára de tocar o interfone... Peraí, eu conheço essa voz! É o Daniel. Então quer dizer que eu perco quase duas horas passando músicas pra ele, posto no fotolog dele enquanto ele alega que "precisa dormir". E quando eu vou tirar minha merecida sonequinha, ele e mais alguém - que até agora é a incógnita da história - vêm aqui e fazem um show! Vamos ver quem é que vai sair ganhando nessa história. Vou lá fora pegar um balde, encher de água e... Que silêncio, será que eles desistiram? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Quase quatro da matina. Abro a porta do deque, e a rua está vazia. Droga, vou voltar pra cama. Eu não sirvo nem pra me vingar. Rolo por todos os lados da cama, e nada do sono voltar... Ligo o computador, abro o gmail e não tem nenhum e-mail novo. O jeito é postar no blog.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;E já que eu não vou conseguir dormir tão cedo (considerando que 5 da manhã é muito cedo), o jeito é pegar a revistinha de palavras cruzadas da minha mãe e esperar o tempo passar. Olha que legal, acabei de descobrir que "escola" em francês é "école"!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8656794-110586050877884972?l=polyphonicmind.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://polyphonicmind.blogspot.com/feeds/110586050877884972/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8656794&amp;postID=110586050877884972' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8656794/posts/default/110586050877884972'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8656794/posts/default/110586050877884972'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://polyphonicmind.blogspot.com/2005/01/insnia-involuntria.html' title='Insônia involuntária'/><author><name>Tânia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17972096825236477397</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8656794.post-110575889487935760</id><published>2005-01-15T01:12:00.000-02:00</published><updated>2005-01-15T01:14:54.880-02:00</updated><title type='text'>Da vida alheia</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Conheço blogs magníficos. Conheço blogs que deveriam virar livro. Conheço blogs cujos textos deveriam parar no jornal e/ou zine. Tenho amigos cuja escrita é de causar inveja. Mas, nenhum desses blogs superam o simples e singelo blog da &lt;a href="http://drinha.weblogger.com.br"&gt;Drinha&lt;/a&gt;. Uma menina que nem escreve como pseudo-jornalista, nem usa as palavras mais difíceis do vernáculo intelectual. Uma menina que eu nem sequer conheço, mas às vezes parece que é um pouco eu. E que, na verdade, quase nunca comento no blog dela. Mas, desde a primeira vez que li - em 2000, quase 5 anos atrás - me viciei completamente. Sim, essa menina tão aparentemente comum é minha ídola. Talvez mais até do que Marian Keyes. Foi por causa dela que eu já quis morar em Florianópolis e estudar na UFSC. Sonhos antigos, mas que me acompanharam por um bom tempo. Adorava ler as coisas que ela inventava, como a expressão "cabeça de cavalo" (que nem sei se foi ela mesma que inventou), ou dos posts com "palavras avulsas", os dos posts "monofrasais", e... Antes que me perguntem: Sim, eu gosto de ler sobre a vida alheia. É lindo, porque cada um vive a vida da sua forma, e é maravilhoso saber da vida de uma pessoa de idade parecida com a sua, só que completamente diferente de você. Há os que dizem que é fútil... Eu chamo de arte! Falar da própria vida, falar do dia-a-dia, de um dia feliz ou das férias de janeiro, enfim. E quem se importa? Eu me importo! Eu gosto, sim, de ler sobre a vida alheia, sobre comportamento alheio, reações alheias. Não que eu goste de pessoas que ficam se expondo, tipo "tô triste, briguei com meu namorado porque bla bla bla". Mas é tão interessante ler sobre as impressões, sensações, opiniões dos outros. Ler sobre a ida para a escola, sobre a viagem do fim de semana, sobre tal festa de tal pessoa, a camiseta que ganhou no amigo secreto, a prova que foi difícil, o bolo caseiro da tia. E o blog da &lt;a href="http://drinha.weblogger.com.br"&gt;Drinha&lt;/a&gt; é cheio dessas coisas comuns e que prendem tanto a minha atenção. Talvez eu deva ser psicóloga, não jornalista.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8656794-110575889487935760?l=polyphonicmind.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://polyphonicmind.blogspot.com/feeds/110575889487935760/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8656794&amp;postID=110575889487935760' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8656794/posts/default/110575889487935760'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8656794/posts/default/110575889487935760'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://polyphonicmind.blogspot.com/2005/01/da-vida-alheia.html' title='Da vida alheia'/><author><name>Tânia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17972096825236477397</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8656794.post-110574004008977270</id><published>2005-01-14T19:44:00.000-02:00</published><updated>2005-01-14T20:34:48.293-02:00</updated><title type='text'>Ei, você curte Ludov?</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;E lá fui eu comprar o meu convite pro &lt;em&gt;Alanis Morissette Cover&lt;/em&gt;, quando começa a tocar &lt;em&gt;Estrelas&lt;/em&gt;, do Ludov. Eu, toda animada cantando, quando... &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;- Ei, você curte Ludov?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;- Adoro, e você?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;- Também! Vou trazer eles pra Itajubá.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;- Ludov? Em Itajubá?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;- É, vou trazer o show deles pra cá!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;- ...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Oh, God. Eu queria descobrir o nome do cidadão para agradecer. Mas eu fiquei muito boba pra fazer qualquer comentário naquela hora. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Eu só queria saber como eu vou arrumar dinheiro pra ir em todos os shows que eu estou planejando ir esse ano. E ainda tem as viagens, as inscrições de vestibular, os livros... E, novamente, eu deixo mil planos pra depois. Inclusive os posts por aqui, que nada têm a ver com dinheiro, mas eu acabo deixando pra depois do mesmo jeito. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Chega de política, não vou prometer atualizações dessa vez.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8656794-110574004008977270?l=polyphonicmind.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://polyphonicmind.blogspot.com/feeds/110574004008977270/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8656794&amp;postID=110574004008977270' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8656794/posts/default/110574004008977270'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8656794/posts/default/110574004008977270'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://polyphonicmind.blogspot.com/2005/01/ei-voc-curte-ludov.html' title='Ei, você curte Ludov?'/><author><name>Tânia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17972096825236477397</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8656794.post-110161710661292825</id><published>2004-11-28T02:06:00.000-02:00</published><updated>2004-11-28T02:45:06.613-02:00</updated><title type='text'>Cair do alto ou esperar no chão?</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Carolina e Elisa nasceram no mesmo dia, moram na mesma casa e são gêmeas idênticas. Vivem num apartamento pequeno localizado num bairro simples do Rio de Janeiro. Ambas com 18 anos, fazendo cursinho e lutando por uma vida melhor. Os pais, que são funcionários públicos, sofrem para pagar os estudos das meninas. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Elisa tem namorado, uma boa turma de amigos, vida social agitada, não pára em casa. Carolina passa as tardes na frente da TV entupindo suas artérias com chocolate, tem um seleto grupo de amigos não-íntimos e sai de casa uma vez por mês. Elisa se dá bem com exatas, Carolina com humanas. Elisa gosta de estudar, sempre tirou boas notas; Carolina foi boa aluna até a 6ª série, hoje quase não pega nos livros. Carolina fala o que pensa, desconta sua infelicidade no resto da família. Elisa, por sua vez, guarda o que sente para si mesma, faz de tudo para não magoar os outros. Carolina sempre implica com Elisa, com seus pais, com os colegas. Intolerante ao extremo, não aceita opiniões que não sejam as dela. Ela sonha em se mudar, morar num lugar menos perigoso, nem que para isso tenha que se sacrificar. Gosta de "assistir a vida", pois tem medo de vivê-la. Por esse motivo, é apaixonada por fotografia, cinema, livros, teatro. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;É tão mais cômodo assistir as pessoas e suas vidas! Viver é arriscado, melhor deixar para mais tarde. E é deixando pra mais tarde que Carolina engana a si própria, dizendo que deixa as coisas na mão de Deus ou do destino. Ela só vai estudar quando tiver certeza que vai passar no vestibular, só vai sair de casa quando tiver amigos, só vai ter amigos quando conhecer pessoas, só vai conhecer pessoas quando estas aparecerem, assim do nada. Só vai aprender coisas novas quando tiver certeza que vai tirar proveito delas, só vai ter um namorado quando o homem perfeito aparecer, só vai freqüentar uma academia quando o médico detectar alto nível de colesterol, só vai ser feliz após perceber que pode viver sem novocaína, serotonina, e outros princípios ativos de seus comprimidos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Elas são irmãs, moram na mesa casa, vivem os mesmos problemas financeiros e familiares. Mas uma vai ser uma vencedora, e a outra vai esperar o tempo passar, até se convencer de que é uma perdedora. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;E você? Vai colocar a culpa no destino? Na sorte? No horóscopo? Em Deus?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Enquanto existem muitas Elisas se dando bem na vida, existem Carolinas esperando a hora de se dar bem na vida. Mas a vida é agora, nesse segundo, o amanhã é desnecessário quando se tem o hoje. É preferível ter tudo a perder do que não ter nada a perder. É melhor cair de muito alto do que permanecer no chão, com medo da queda.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Desculpem os clichês e a falta de criatividade. Eu só escrevi isso porque não quero ser uma Carolina. Ninguém quer. Então, lutemos contra o ócio, contra as desculpas esfarrapadas que damos para nós mesmos, as auto-enganações, e tudo mais que faz com que obtenhamos prejuízo e regresso. Quando percebemos que nossa vida está em déficit de conteúdo, é tarde demais. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Obs.: Obrigada, &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.aniveldemyself.blogspot.com"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Fábio&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt; e &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.aboutmindless.blogspot.com"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;Thiago&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt; por cobrarem atualizações. E escrevi com pressa, desculpem os erros de ortografia. Não vou demorar muito para atualizar de novo, dessa vez é sério. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8656794-110161710661292825?l=polyphonicmind.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://polyphonicmind.blogspot.com/feeds/110161710661292825/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8656794&amp;postID=110161710661292825' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8656794/posts/default/110161710661292825'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8656794/posts/default/110161710661292825'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://polyphonicmind.blogspot.com/2004/11/cair-do-alto-ou-esperar-no-cho.html' title='Cair do alto ou esperar no chão?'/><author><name>Tânia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17972096825236477397</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8656794.post-110064399348251973</id><published>2004-11-16T20:21:00.000-02:00</published><updated>2004-11-16T21:43:39.783-02:00</updated><title type='text'>Quem é vivo, sempre aparece</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;- Tô com o dicionário Oxford Escolar aqui em casa há mais de um mês! Tô com medo de ver a multa depois. Eu lembro que uma vez, quando eu estudava no meu saudoso Colégio Sagrado Coração de Jesus, uma colega minha ficou devendo uma nota preta na biblioteca... Coisa de 50 ou 60 reais, e ela estava apavorada. Nós fomos lá, pegamos a ficha dela, saímos de fininho, rasgamos e jogamos a prova do crime num daqueles lixos em forma de palhaço. Mas agora não tem como fazer isso, pois os alunos da Economia iriam me dedurar para a bibliotecária ou até pro coordenador. Mas eu não pago, não pago!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;- Eu sou útil! Hoje eu estudei durante a tarde toda, ajudei minha irmã, consertei a câmera sozinha, e agora tô pesquisando sobre os &lt;em&gt;haussas&lt;/em&gt; africanos (é... eu nem sabia o que era isso, e cai no vestibular!)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;- Alguém me dá uma boneca &lt;em&gt;Polly&lt;/em&gt;? É a boneca mais fofa que existe! Mas eu não quero a &lt;em&gt;Polly&lt;/em&gt;, eu quero a amiga dela (uma de cabelo preto com mechas rosas)... Alguém me presenteia com uma dessas? É só 64 reais! Eu aceito se for de Natal!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:85%;"&gt;- Sabiam que eu nasci superdotada? Falei "mamãe" com &lt;strong&gt;quatro&lt;/strong&gt; meses, e aos &lt;strong&gt;onze&lt;/strong&gt; eu já formava frases! Eu ensinava a minha vizinha, de um ano e meio a pronunciar as cores. Ninguém acreditava! Quando eu falei com a minha mãe pela primeira vez, ela quase surtou... "Eu saí correndo do quarto, fiquei com medo de você"... Acredita que ela disse isso? Mas, em compensação, eu demorei muito pra andar. Eu comecei a escrever com &lt;strong&gt;quatro&lt;/strong&gt; anos! Digno daqueles programas sensacionalistas, que os pais fazem as crianças decorarem nomes de 500 países... Tudo por fama, bolsa em escola cara e bufunfa. Depois o filho se torna uma criança-prodígio, um adolescente depressivo e com crises de identidade crônicas, e não sabem o motivo.&lt;br /&gt;É, pra quem só queria se aparecer falando que nasceu superdotada, acho que eu falei muito.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[John Lennon - Stand By Me]&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8656794-110064399348251973?l=polyphonicmind.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://polyphonicmind.blogspot.com/feeds/110064399348251973/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8656794&amp;postID=110064399348251973' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8656794/posts/default/110064399348251973'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8656794/posts/default/110064399348251973'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://polyphonicmind.blogspot.com/2004/11/quem-vivo-sempre-aparece.html' title='Quem é vivo, sempre aparece'/><author><name>Tânia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17972096825236477397</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8656794.post-109737570768442219</id><published>2004-10-09T23:29:00.000-03:00</published><updated>2004-10-09T23:38:32.776-03:00</updated><title type='text'>Primeiro Post</title><content type='html'>Bom, o primeiro post é sempre estranho, mesmo quando você já bloga há dois anos e nove meses. Quando o blog é novo, parece que você está dando palestra em voz alta para um público desconhecido ou algo parecido.&lt;br /&gt;Bom, já tava na hora mesmo de me mudar pra cá, antes que &lt;a href="http://www.aboutmindless.blogspot.com"&gt;alguém&lt;/a&gt; fizesse um abaixo assinado.&lt;br /&gt;É... é isso. Posts serão mais freqüentes, vão se acostumando!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;[Wonkavision - Ah, é assim?]&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8656794-109737570768442219?l=polyphonicmind.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://polyphonicmind.blogspot.com/feeds/109737570768442219/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=8656794&amp;postID=109737570768442219' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8656794/posts/default/109737570768442219'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8656794/posts/default/109737570768442219'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://polyphonicmind.blogspot.com/2004/10/primeiro-post.html' title='Primeiro Post'/><author><name>Tânia</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17972096825236477397</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
